- Sobre -

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Lili Fujiy, 37 anos, é escritora deste blog.

Graphic | web | motion designer, dj, buscadora, ex-economista, dona de casa e mãe de uma shitzu, Penny. Tem amado fotografia mais do qualquer outra coisa na vida. Quer viver de fazer sorvetes. Mas gosta mesmo é de tirar tarot para as amigas.

A inspiração, às vezes, acontece dos fatos mais inusitados da vida, de perdas e até de frustrações. E, às vezes, das coisas mais simples, também as mais belas que estão infiltradas no nosso cotidiano, desapercebidas.

Acredita que aprender a cuidar de sua própria casa e das pessoas que estão ao seu redor também é uma arte. Para isso, busca encontrar possibilidades multifacetadas de tarefas, habilidades e funções em seu dia-a-dia.

Em 2013, criou este blog com a intenção de compartilhar idéias e histórias sobrecomo deixar sua vida diária mais rica! ♥.

E, desde então, não parou mais.


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Ser dona de casa.

Quando comecei esse blog, esse era o meu dilema. Ser dona de casa. Abandonei carreira, diploma e salário com bônus no final do ano. E não tinha a menor idéia do que ia viver. Só sabia que, como muita gente, não sabia cuidar de casa, das coisas básicas do dia-a-dia. Foi o que tinha sobrado.

Aprendi a cozinhar aos quase 30, com minha sogra argentina, a D. Stella. Eu era o desastre das panelas e das assadeiras. Fui aprendendo a cuidar da casa, das pessoas ao meu redor, e a gostar dessa vida. Percebi o trabalho que dá ser dona de casa, muitas vezes tarefa ingrata ou não-reconhecida. Mas ao final do dia, a mesa posta, o cheiro de caldo, a torta de banana, os arranjos de flores pela casa, recompensavam algo que eu até então não tinha percebido como valor. 

Então, se você me perguntar hoje sobre ser dona de casa, vou continuar a te dever uma resposta. Só sei que foi nesse dilema, que aprendi a cozinhar de bolo a risoto, a fazer sorvetes artesanais, a ilustrar, e a trabalhar com fotografia. Mas o que era antes falta de alternativa, se tornou solução. Talvez a melhor delas.

Meu convite continua: Se você é uma dona de casa, mesmo que em período não-integral, ou apenas nas horas vagas, talvez vá se identificar com este blog. Se é apenas uma admiradora, talvez curta as histórias e as receitas aqui publicadas. E se for uma feminista que queimou sutiã na praça, e acha que tudo isso é perda de tempo; bem-vinda. Aprender a cuidar da própria casa também faz parte da independência e evolução pessoal, sem necessidade de rotular os gêneros. Foi assim comigo.


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Cotidiano no mato.

Em janeiro de 2018, me mudei oficialmente para a zona rural, numa casa no meio das montanhas, na Serra da Mantiqueira. Sorte, privilégio, merecimento, não sei qual foi o meu caso. Hoje, minha vida tem fogão a lenha, barro nos sapatos, barulho de pintinhos quando acordo, e banho de cachoeira gelada de vez em quando. O cotidiano é outro, tem recortes orgânicos, e a pressa aqui não vale muita coisa.

Estar no meio da natureza tem feito com que eu repense nas minhas escolhas, em como consumir diferente. Os impactos que a gente tem causado no nosso planeta e a vida de excessos que a gente criou, não são sustentáveis, não são saudáveis e não trazem felicidade. É um desperdício de vida em todos os sentidos. Quero buscar um cotidiano mais honesto, em sintonia com o lugar que eu vivo. Espero que você me acompanhe nessa jornada.

 


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Definição do blog.

Eu tenho duas referências boas para a definição deste blog. Por vários anos, meu seriado de comédia predileto era o Seinfeld, que por quase uma década fez piadas com maestria sobre o nada. Meu intento é conseguir transformar esse blog num capítulo dessa sitcom maluca, sem pé nem cabeça, mas que no fundo você sabe que faz mais sentido que qualquer outra estória coerente.

Minha segunda referência é meu filme de romance preferido, desde a adolescência, Before Sunrise e sua trilogia completa, com seu romantismo incurável e diálogos intermináveis. Então minha meta também é de escrever linhas e linhas cheias de palavras, que você se esquecerá no seguinte parágrafo, mas que te roube um sorriso ou suspiro ao final de cada postagem, e você fique como Jesse ouvindo Celine cantando Waltz for a Night ao final de Before Sunset.

Esse blog é sobre o pôr-do-sol, sobre os períodos de transição, sobre os entremeios, as pausas e os vazios. É uma valsa sobre um romance só por uma noite.

 

* Todos os layouts, textos e imagens deste blog, foram criados exclusivamente para { Dona da Casa! } blog e possuem direitos reservados. Eu adoro compartilhar informações e amo quando outros curtem meus posts e fotos. No entanto, eu peço para que não os utilizem sem autorização prévia, ou sem a declaração dos devidos créditos. Toda reprodução do conteúdo da “Dona da Casa!” deve ser creditada e linkada ao post original.


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(LATIM DOMINA - AE)
SUBSTANTIVO FEMININO

1. Tratamento e título honorífica
2. [Antigo]  Senhora nobre. = DAMA
3. Senhora; proprietária.
4. [Brasil]  O mesmo que esposa.
5. [Informal]  O mesmo que senhora.